Há muita riqueza no turismo do Estado do Rio de Janeiro.
A rede de hotéis é de primeira linha, tanto à beira mar, quanto na montanha.
Pelo menos três cidades do estado devem ser visitadas: Paraty, Búzios e Petrópolis.
Considere estender sua visita, também,
até Teresópolis, Friburgo, Penedo, Itatiaia e Visconde de Mauá,
que receberam muitos imigrantes e são destinos históricos, mágicos e poéticos.
Pode ser interessante incluir
no roteiro, algumas cidades de Minas Gerais.
Alguns locais são famosos pelas lindas praias, como Búzios, que até 1964,
era apenas uma aldeia de pescadores, mas depois de hospedar a famosa
Brigit Bardot, com seu namorado, naquele ano,
se tornou um balneário conhecido internacionalmente.
Atualmente, Búzios é frequentada por estrangeiros de todo o mundo,
particularmente, franceses e argentinos. A Rua das Pedras é uma rua bastante
movimentada, principalmente à noite: gastronomia, música, compras e azaração.
Petrópolis, a apenas 65 km do Rio, é uma cidade singular. Passou a existir ao redor da residência do Imperador Pedro II,
construída nas terras da
fazenda que herdou de seu pai. Lá a família imperial passava o verão
e atrás da família imperial ia a corte e os homens de negócios.
A capital era praticamente transferida para as montanhas. Localizada a 810m de altitude,
recebeu imigrantes germânicos no século XIX. Vale a pena visitar o
Quitandinha, o Museu Imperial, o Palácio de Cristal, a Catedral São
Pedro de Alcântara (onde estão os restos mortais de Pedro II e Teresa Cristina), a casa onde viveu
Santos Dumont, o casario da Avenida Koeler, observar sua arquitetura, as praças e
tudo o mais.
Paraty - Entre a Serra do Mar e a baía repleta de ilhas está Paraty, a 265
km do Rio. Conserva todos os aspectos de uma aldeia antiga com charme internacional num
quadrilátero de 35 quarteirões. Nas ruas estreitas, com
calçamento pé-de-moleque, as casas em estilo colonial são ocupadas por pousadas,
restaurantes, lojas de artesanato e galerias de arte. A história de Paraty começa
com a chegada dos portugueses, no final do século XVI.
No século XVII transforma-se
num importante centro de comércio, passagem obrigatória para quem vinha do Rio
para as Geraes. Principal escoadouro de riquezas como o ouro, as pedras preciosas,
o feijão, o milho, a cana-de-açúcar e as famosas aguardentes. O movimento do
porto começa a cair com a abertura do “caminho novo”. Mais tarde se constrói
o “caminho de ferro”, no Vale do Paraíba, que desloca definitivamente a atividade
cafeeira para aquele vale. A abolição da escravatura vem agravar de vez a situação
de Paraty. Isolada de tudo por quase cem anos, chegou a ter apenas 600 habitantes
no início do século XX. Com a abertura de estradas e mais tarde com a Rio-Santos,
Paraty foi redescoberta. Hoje, é uma movimentada cidade colonial e faz sucesso
internacional, inclusive com a FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty) que
acontece em julho. O Festival da Pinga e a Festa do Divino são outros eventos concorridos.